sexta-feira, 9 de maio de 2014

Segunda aula de confeitaria

No dia 06/05, mais uma aula de confeitaria. Como tínhamos feito merengues e derivados deles ultima aula, nada mais justo do que continuar com as massas merengadas. 

Quais são as massas merengadas?

As massas merengadas se baseiam na massa de progresso-sucesso, na massa dacquoise e nos famosos macarrons - os quais eu até hoje, não sou muito fã-. 

Curiosidade:

A massa de progresso-sucesso antes era dividida em massa de progresso e massa de sucesso. Mas atualmente não é mais feita tal separação. A diferença entre as duas é a composição. A de progresso levava avelãs e a de sucesso, amêndoas moídas. 

Enfim, o que fizeram?

A composição da noite foram duas dacquoises: uma de amêndoas e uma de coco. O mais interessante dessa massa é que ela não leva farinha de trigo, tornando a sem glúten se produzida no local que não houve contaminação. Ela leva amêndoas em pó e fica extremamente leve por causa das claras para o merengue.  Depois das massas, o próximo passo era fazer o misterioso creme de confeiteiro ou em francês, crème patissier. Fizemos de chocolate e de baunilha, e este ultimo, realmente utilizamos a fava de baunilha, que agrega um sabor incrível a composição.  E por ultimo, o famoso e tão amado, creme chantilly. 

crédito da foto: Ana Lúcia Eckert
Momento desastre da Michelle:

Lá vai a Michelle fazer o chantilly, e neste momento penso, "se batemos na batedeira, deve ser batido rápido" e assim fiz, batendo com um fouet -batedor de arame-. Do nada, aquele creme fica com um aspecto meio sólido, soltando um líquido estranho e perguntamos a professora sobre isso.  "Vocês acabaram de fazer manteiga!" Fiz manteiga doce, o sabor é estranho, mas o moral da história, tivemos que fazer de volta.  E não, eu não tirei foto da minha manteiga. 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Momento Divulgação: Cwburger Fest

Em Curitiba, sempre houveram muitos festivais ligados a gastronomia, desde feiras a contato direto do cliente com a comida.



Do dia 5 até o dia 18 deste mês (maio), acontece a segunda edição do Cwburger Fest.
O nome para quem é curitibano já pode ser bem familiar, mas como que acontece este festival?

O Cwburger Fest é um festival que engloba diversas hamburguerias ou lugares que servem grandes hambúrgueres mesmo sem este seja o seu foco e todos, oferecem de um a três tipos de hambúrguer da casa por R$ 24,90, com acompanhamento.

Entrando no site: www.cwburgerfest.com.br, você consegue visualizar todos os participantes e os hambúrgueres que cada um oferece.

Além disso, esse festival tem um lado filantrópico, há a possibilidade de cada cliente doar R$1,00 para a AFECE - Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial.

Vale muito a pena conferir!


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Aula Confeitaria

Dia 25/04, terminamos uma etapa e agora, é hora de começar novas. No dia 28, começamos duas matérias de 100h/aula: Elaboração de Cardápios e Tecnologia Alimentar; e Panificação e Confeitaria. Geralmente, os primeiros dias de matéria são apenas apresentações e pequena formalidades sobre a matéria que será ensinada, mas desta vez, logo no primeiro dia, fomos para a prática.

Era o sonho de todos aqueles universitários que já haviam passado por três etapas consecutivas com poucas aulas práticas e às vezes, etapas exclusivamente teóricas. Deixo um parêntese aqui frisando que sim, gostamos das teóricas, mas como sempre quando se tem muito de algo, geralmente queremos variar um pouco.

E como sempre muito falei aqui, a área de panificação e confeitaria é algo que me interessa muito e exatamente por isso que resolvi nesta postagem, falar sobre ela.

Nesta primeira aula, as receitas que foram produzidas foram o suspiro e o torrone. Para focarmos na preparação de merengues e caldas de açúcar. Lembro que ao mesmo tempo em que eu fui para a aula animada pela prática, tenho que assumir que fui com “o nariz torcido” por ser doces que eu geralmente não escolheria. Torrone? Eu provei algumas vezes os industrializados e achava intragável, então antes da aula até estava meio chateada por imaginar que faríamos aquilo que não suporto comer. A aula passou, e os torrones ficaram prontos. E como por magia, aquilo que eu tinha na minha cabeça como intragável ficou maravilhoso, com um leve toque de mel, com amêndoas torradas e uvas passas. Levei um pouco dele e antes mesmo de sair da faculdade, eu e meu namorado devoramos. E a minha surpresa? Ele comentar que também não gostava de torrone.

Os suspiros não ficaram assados a tempo para levarmos, mas voltando deste feriado, provavelmente já conseguiremos prová-los.


Minhas expectativas para essa matéria? As melhores possíveis. As duas professoras além de saberem muito bem sobre o que ensinam, sabem como ensinar. Prezam pela divisão da sala, mas apenas para que todos tenham uma melhor assistência para que a técnica seja aprendida. Sem dúvida, vai aumentar muito nossa bagagem de conhecimento.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Momento Divulgação: Curso de Working Flair Básico

Ás vezes, aqui no blog, eu criarei esses momentos divulgação que servem para que eu passe a você informações de cursos ou lugares a ir relacionados ou não a pessoas ligadas a mim.
 

Para começar, o que é flair?

Flair é um diferencial de um mixologista da qual ele, com a manipulação de itens de bar como a coqueteleira e as garrafas, forma uma apresentação visual que diverte o cliente e/ou público. Complexa essa definição, certo? Não ficou tão imediato o reconhecimento das técnicas. Então voltemos a nossa memória. Lembra-se de alguma festa da qual tinha alguém no bar que fazia acrobacias incríveis com as garrafas ou até mesmo gospia fogo - detalhe: o nome técnico de gospir fogo é pirofagia-? Se você lembra, isso é flair. Essa arte é o flair. A arte de encantar e no final, ainda te entregar um coquetel.

Porque está especificado como Working Flair?

Existem dois tipos, o working flair e o exhibition flair. A diferença? O foco. O primeiro é foco a profissão e o segundo mais focado a competições.


Bem, agora que já disse tudo isso, eu quero fazer o curso.
Onde é?

O curso será ministrado no SEHA (Sindicato Empresarial de Hotelaria e Alimentação). O SEHA se localiza na Av. Julia da Costa, nº 64. Referência: próximo à Mesquita de Curitiba.

Quando?

Será do dia 01/07 até o dia 03/07, das 13h30min às 17h. As inscrições podem ser realizadas até o dia 27/06.

Quanto?

Então, por ser no sindicato existem dois casos: Se for sócio, ele é gratuito. Se não for, é R$50,00 pelo curso.

Por que resolveu divulgar justo esse curso?

Por alguns motivos, um é o professor. Davi Augusto Trauer. Acho que não existe namorada que não queira divulgar o trabalho do seu digníssimo. Pois é, meu namorado também está na área gastronômica. (Que casal fofinho, a casa de vocês vai ter tanta comida boa, tem que me convidar para um jantar. - Normal, já acostumei com as pessoas que fazem este mesmo comentário. -)
E exatamente por isso, já tive contato com o flair – às vezes, até dá para arriscar algum movimento simples- e sei como ele passa os movimentos e como é bacana aprender essa forma de servir e divertir. E ainda mais bacana em ver que esse é um curso dos poucos da região sobre flair, afinal é uma área em expansão.
O link para a página do curso é http://seha.com.br/curso-detalhe.php?id=143

sábado, 26 de abril de 2014

Jantar das estrelas - Após ir.

Duas palavras para descrevê-lo: Deliciosos pratos.

O salão azul do Clube Curitibano conseguiu com elegância receber a todos de uma forma em que todos conseguiam localizar facilmente qualquer prato ou bebida.

Os três barmen se restringiram a três coquetéis alcoólicos e um não alcoólico. Kir, Alexander, piña colada e o coquetel de frutas não alcoólico. Atendiam rápido com muita gentileza, parabenizo a eles pela bela capacidade de controlar o grande fluxo de pessoas, uma vez que às 20h todas as pessoas que esperavam no saguão – que não eram poucas- subiram as escadas, sendo de forma quase obrigatória todos eram direcionados a eles. Mantive-me em beber somente o Kir Royale, que por sinal é um drink maravilhoso composto de espumante e licor de cassis.

Logo, para encontrar as mesas era bem simples, uma vez que elas estavam muito bem numeradas. E em volta das mesas, continuando o semicírculo, uma mesa para cada chef colocar seus pratos que começariam a ser servidos a partir das 21h. Antes dos pratos serem liberados, cada contribuidor gastronômico subiu ao palco para receber uma salva de palmas.
Enfim, após começar a se servir, você percebe que é absolutamente impossível provar todos os 18 pratos, 4 drinks, a entrada – que era um pão com calabresa enormemente maravilhoso-, a sobremesa e terminar com as bolachas e o café. O que antes parecia simples te mostra que você não tem tanto estômago para poder apreciar com totalidade cada um dos pratos, então fui logo baseada aos meus pratos com itens que são meus favoritos, então os escolhidos da noite foram: Delicias da Mesa Árabe, marreco recheado, carneiro afrodisíaco, sushi, sorrentini de maçã verde e canela com molho leve de queijo, papardelle rústico toscano e o frango tailandês com curry e arroz de coco.

 Delicias da Mesa Árabe

Dessa mesa, eu consegui até o histórico. A chef do restaurante veio do Líbano com 14 anos e é ela quem toca a cozinha do Restaurante Patrício. A mesa estava composta por diversos itens que nem eu mesma escrevendo seria capaz de escrever todos sem esquecer algum. Mas havia kibe, kibe cru, esfira, pão sírio, coalhada e pelo que eu me lembre devia ter tabule, mil desculpa se não era, são tantos pratos essa noite que fica bem difícil de lembrar de todos.Desta mesa, peguei o kibe cru, a esfira – que era de carne- e o kibe. Apóos o jantar, tive que voltar para parabenizá-los. Mesmo com a confusão de itens que estavam no meu prato, a chef Jamille conseguiu colocar tanto sabor naqueles pratos que realmente me impressionaram. Parabéns.

Marreco Recheado

O marreco estava absolutamente fabuloso. O Cantinho do Eisbein estava em um canto meio discreto, meio ofuscado pela Moqueca Tailandesa que estava ao lado, mas com toda a delicadeza era nos servido cada pedaço de marreco. Na hora que eu fui pegar, o chef Wilde tinha acabado de pegar um novinho. Assumo que após ele ter feito isso, não pude pensar em outra coisa a não ser em voltar para a mesa e prová-lo antes que esfriasse. E esse marreco me surpreendeu. Acho que por ver tão poucas pessoas na mesa, não imaginava que estava tão bom. Espero que as outras pessoas também tiveram a chance de apreciar esse prato magnífico.

Carneiro Afrodisíaco

Feito pelo prefeito da cidade. Tenho que assumir que estava bom. Só uma pequena queixa, por ser prefeito, obviamente ele teria que cumprimentar todos os que estavam na fila e por isso, ela se transformou em colossal. Achei muito interessante o fato que eles criaram quase uma linha de produção, com alguém colocando o carneiro e o próximo lhe servia o molho que o acompanhava, mas novamente repito, por ser feito por um político e muitos querem parar para conversar com ele, muitos pratos poderiam ter esfriado no caminho.

Sushi

Passei várias vezes na frente desta mesa antes deles servirem. Todos que estavam nessa mesa sempre foram muito cordiais e conversavam bem com o público. Havia três barquetes na mesa e perguntamos se havia reposição. Para nosso espanto, não havia segundo eles, que havia 1000 unidades. Naquele primeiro momento, pensamos que era parte de talvez um possível despreparo deles, afinal aquele salão era enorme. Mas não, eles acabaram criando um complemento leve entre os outros frutos do mar. Bem feitos, bem preparados. Só lamento muito ter pegado primeiro a fila deles, meu sushi acabou dando uma certa esquentada, mas aí a culpa foi totalmente minha.

Sorrentini de Maçã Verde e Canela com Molho Leve de Queijo

Feito pelo Beto Madalosso. Este prato deve ter dado trabalho, uma vez que foi o último a chegar. E agradeço por ter demorado mais para chegar, assim consegui chegar nele sem fila. Quem me serviu foi o próprio Beto e me pediu desculpas pelo molho não ter totalmente reduzido. Mas sabe Beto, seu Sorrentini estava com uma leve tão incrível que o molho não tão grosso fez com que ele flutuasse na boca, dando cada vez uma vontade maior de pegar mais. Minha mãe depois que me viu provar, não pensou nem duas vezes em levantar e ir buscar. A descrição ficou super compatível com o prato.

Papardelle Rústico Toscano

Assumo que por mais que eu lesse este nome, não me aparecia o prato na minha cabeça. Talvez porque primeiramente, eu imaginei que era Polpetone, confundi totalmente. Gostei muito da forma em que o papardelle ganhou todo o ar rústico, com pedaços de tomates e carnes com um molho bem artesanal. Acertou na mosca um tipo de prato que posso considerar meu favorito. Fiquei curiosa para pesquisar mais a fundo sobre este restaurante.

Frango Tailandês com Curry e Arroz de Coco

Este prato é interessante. E o peguei na segunda vez que levantei. Os sabores dele combinam entre si, mas só tem um, porém, não aguentei no nível da pimenta. Enquanto eu ficava com o frango e o arroz estava indo bem, mas logo depois que provei com o abacaxi comecei a não aguentar a pimenta. Mas ignorando esse fator, eu facilmente comeria em um almoço ou jantar.

Sobremesa

A sobremesa foi por conta do D’vicz, sorvete que possivelmente era de amarena. Eu o comi, mas não seria a sobremesa que eu teria escolhido se eu tivesse outra opção.

E por último, o café.

O Lucca Café Especiais foi extremamente inteligente em oferecer a chance dos convidados em escolher entre um café espresso e um filtrado.


E no fim deste post, quero agradecer de coração, ao Pedro Robell pelo maravilhoso convite desta incrível noite. Sem contar que quero te dar os parabéns pela sua entrada, aquele pão como todos os outros que produz estava muito bom!  Obrigada.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Jantar das Estrelas

Oi!
Então, hoje tive a apresentação do meu plano de negócio e cheguei em casa mais cedo. Com isso, descobri que meus pais e eu fomos convidados para a 17ª edição do Jantar das Estrelas.

O que é o Jantar das Estrelas?

É um jantar beneficente em prol do Lar O Bom Caminho, em que chefs conhecidos de Curitiba se reúnem no Clube Curitibano e servem uma especialidade de seus respectivos restaurantes.
Qualquer pessoa pode ir, o preço é R$90,00 por pessoa e acontecerá na sexta feira agora, dia 25 as 20h.
Está incluido no valor as entradas (Casa Robell), os pratos dos chefs que citarei mais abaixo, sobremesas (D'vicz), coqueteis e café (Lucca Café Especiais).

Os pratos serão:
Kibe da Boca: Chef Jamille Abud, do Restaurante do Patrício.
Marreco Recheado: Chef Wilce, do Cantinho do Eisbein.
Moqueca Tailandesa: Chef Daniela Prosdócimo Caldeira, do La Table Gastronomie.
Pulpo a la Gallega: do Restaurante Pata Negra.
Paella Valenciana: Chef Ivo Arthur.
Bacalhau a Moda da Casa: Plínio Schmidt.
Carneiro Afrodisíaco: Gustavo Fruet e Buffet Melo & Gritten.
Moqueca Capixaba de Camarão: Chef Jacilda Lopes Rodrigues, do Bar do Victor.
Arroz de Siri: Eva dos Santos, do Bistrô do Victor.
Paella Tradicional: Janete Chaga, da Petiscaria do Victor.
Mini Hamburger de Siri: André Miyazima, do Victor Fish´n´Chips.
Gnocchi com Camarões, Prosecco e Damasco: Paulino da Costa, da Trattoria do Victor
Sushi: Sushiyama.
Sorrentini de Maçã Verde e Canela com Molho leve de Queijo: Restaurante Madalosso.
Papardelle Rústico Toscano: DuetoWineRestaurant.
Penne Rigate al misto Funghi Porcini: Chef Fabiano Marcolini.
Paella Negra : Ricardo Teruchkin.
Frango Tailandês com Curry e Arroz de Coco: Rogério Assis.

Os coquetéis serão compostos por José Orlando Leite, Paulo Jacovos e Onésimo Ribeiro. Sem duvida, é um evento para se esperar. Talvez no domingo eu consiga fazer uma postagem a respeito.

Porque não vai postar no sábado, Michelle? 

Bem. eu sou universitária. Acabei de terminar uma etapa inteiramente de matérias teóricas e a sala do meu namorado - de calouros (muito bacanas por sinal, veteranos conversem mais com os seus calouros!)- vai fazer um churras nesse sábado a tarde. 

Porque não de manhã? 
Primeiro, se eu não tivesse compromisso de manhã, eu estaria afundada na minha amada e adorada caminha. Tendo o quinto sonho da noite/madrugada/manhã/hora do almoço.
Mas, eu tenho um mini-curso sobre o temido TCC. Não, não é TOC, é TCC mesmo.
O amado e pouco esperado Trabalho de Conclusão de Curso - há, agora todo mundo sacou a sigla, né? -.

Mas já está no TCC, Michelle?

Sim, estou. Esse um ponto de um curso de dois anos. Um ano é o seu ano de caloura, e no outro você está fazendo o TCC. Muitos já sabem qual é a ideia de projeto do meu grupo, mas para o blog, deixemos essa revelação para mais tarde...

Até mais tarde! Ou cedo, sei lá... 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Credo, Michelle...

Sério, grande problema. Qual é a minha de parar de escrever do nada? Humpf...
Mas enfim, pretendo voltar a escrever - especialmente agora que vou ter o módulo de Panificação e Confeitaria na faculdade -.
Adorei voltar e me assustar com o número de visualizações, muito obrigada a todos e prometo que desse vez vou tentar mais um pouco - bastantão- em me manter aqui no blog.

Acabei de ver quantas coisas fiquei devendo a vocês... Mil desculpas, pessoal!
Que tal começarmos do zero? O que eu for fazendo eu vou colocando aqui... E quem sabe nesses meios, eu posso até conseguir fazer um momento epifania das aulas de prática...

Obrigada por me receber de volta!